A Oi marcou para as 15h de hoje teleconferência com jornalistas para detalhar sua ação comercial em São Paulo, onde deve começar a explorar telefonia móvel de segunda e terceiras gerações (2G e 3G) na primeira quinzena de outubro. A empresa tem procurado dizer que fiará toda a estratégia de negócios no Estado na oferta de serviços, seguindo o modelo adotado desde 2007 na sua área de atuação original.

E garante que não promoverá guerra de tarifas. "Nunca entramos em guerra de preços. No final, isso quebra todo mundo", disse à Agência Estado em agosto o diretor de Mercado da Oi em São Paulo, Roderlei Generali.

A Oi começou a fazer barulho em São Paulo antes mesmo do lançamento de sua rede de telefonia móvel 2G e 3G. Lançou sua rádio FM e uma campanha de desbloqueio de celulares que despertou a ira de suas concorrentes, com destaque para a Claro, que conseguiu na Justiça a suspensão de campanhas defendendo esta prática.

A empresa colocou para rodar, no interior paulista, vans oferecendo à população o desbloqueio gratuito, liberando os celulares subsidiados pelas suas adversárias para todos os chips, inclusive os seus. A Oi também passou a oferecer o serviço em 20 quiosques localizados em estações de metrô e terminais rodoviários na capital.

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