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Oi chega a SP com serviços gratuitos

A Oi anunciou ontem uma estratégia agressiva para a sua entrada no mercado de telefonia celular do Estado de São Paulo. Os primeiros chips pré-pagos começam a ser vendidos hoje.

Agência Estado |

Nessa fase de lançamento, a operadora oferecerá bônus diários de R$ 20 para quem comprar os SIM cards até 23 de outubro, um dia antes da largada para as operações no Estado, quando os planos pós-pagos também serão ativados. "A oferta de pós-pagos vai ser tão agressiva como a que está sendo anunciada agora", prometeu o diretor de Mercado da Oi em São Paulo, Roderlei Generali.

Os usuários poderão experimentar o serviço por três meses de graça. Os bônus de R$ 20 ao dia não são cumulativos e servem para ligações locais para Oi ou qualquer telefone fixo, enviar mensagens de texto para qualquer operadora no Brasil e fazer chamadas de longa distância pelo 31 para Oi ou Oi Fixo, em todos os 17 Estados da área da empresa. A promoção deve continuar nos nove meses seguintes, mas estará condicionada à recarga mensal de R$ 10.


Além da promoção, a Oi quer turbinar a base e estimular o tráfego entre clientes em sua rede com a venda de dois chips no mesmo pacote, ao custo de R$ 31. O SIM card sozinho vale R$ 20. Os chips estão disponíveis, a partir de hoje, em mais de 100 mil pequenos estabelecimentos, como padarias, lanchonetes, farmácias e mercados. Também serão vendidos em mil lojas varejistas, informou o diretor da Oi. Não há limite de adesões e é preciso se cadastrar no site www.digaoi.com.br ou discando 1057 de qualquer aparelho.

Segundo ele, a partir de 23 de outubro, aproximadamente 80 franquias da Oi abrirão suas portas no Estado de São Paulo. As vendas serão complementadas por 40 quiosques instalados em shoppings, por exemplo. "Nosso foco será em serviços, mas vamos ter telefones para vender também", informou o executivo.

A estréia da Oi em São Paulo virá sem a tecnologia de terceira geração (3G). Os serviços de banda larga pela rede móvel, segundo Generali, só serão oferecidos no primeiro trimestre de 2009. Ele afirmou que há mais de duas mil estações radiobase (ERBs) instaladas no Estado e que já estão preparadas para a 3G. Mas, segundo ele, "a sintonia fina da rede 3G é mais demorada" e, por isso, a tecnologia ainda está em teste. Ele negou que a rede 3G esteja passando por algum tipo de problema.

O diretor da Oi disse que não teme perder mercado de banda larga 3G - que permite acessar a grande rede pelo celular ou pelo computador, via minimodems. Vivo, Claro e TIM já estão com o produto nas prateleiras e a demanda é tanta que as operadoras têm enfrentado instabilidade em suas redes.

"O timing do mercado está adequado: a gente acredita que o 3G tem concorrência direta com banda larga e vai apostar na qualidade de serviços", afirmou. Mesmo lançando mais tarde, Generali acha que tem condições de ganhar mercado, já que São Paulo tem dado muito foco à mobilidade quando o assunto é banda larga.

A Oi ambiciona ser a líder de São Paulo, mercado que conta com as presenças já consolidadas de Vivo, Claro e TIM. Sem revelar projeções, o diretor da Oi disse que o Estado lhe reserva muitas oportunidades, já que, embora seja a "economia mais pujante", os serviços de telefonia móvel têm apenas 78% de densidade, comparados a 90% no Rio de Janeiro.

De acordo com o executivo, a rede de telefonia móvel da Oi em São Paulo estará disponível para 90% da população do Estado. "São Paulo inteiro pode vir para a rede da Oi que a gente agüenta", destacou. Ele descartou que o mercado entre numa guerra de preços. "Não acredito que vamos entrar numa guerra de preços, porque o mercado está mais maduro. Até porque nosso jogo é serviços, não guerra de preços." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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