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OGX planeja investir US$ 4,5 bi

Disposta a retirar seu primeiro óleo ao sul da Bacia de Campos já em 2011, a OGX - empresa de petróleo do grupo de Eike Batista - preparou um plano de investimentos arrojado para os próximos anos. São previstos US$ 4,5 bilhões para o afretamento de sondas, desenvolvimento dos campos e até formação de novas parcerias para que ela participe da concessão de outras áreas, além das 21 já arrematadas em sua estréia no setor, na Nona Rodada de Licitações em 2007.

Agência Estado |

Entre essas perspectivas de aquisições, uma já está prestes a sair. A companhia participa de um processo de farm-in (compra da participação de outra empresa numa área exploratória) a ser autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O processo está sob sigilo e é aguardado com expectativa pela diretoria da OGX. O bloco negociado possui cerca de 800quilômetros quadrados (km²) de extensão, dos quais a OGX ficaria com 50%. O detalhe é que ele estaria numa área do pré-sal, onde a Petrobrás localizou jazidas gigantes.

Com essa aquisição, a companhia deverá ficar com 6,1 mil km² no Brasil, sendo a maior parte deles localizada em fatia preciosa na Bacia de Santos e de Campos, além de participações nas bacias do Espírito Santo e Pará/Maranhão. Entre os planos de investimentos da empresa, estão a perspectiva de fretar um FPSO (Floating Production, Storage and Offloading) de pequeno porte, com capacidade para produzir de 60 mil a 90 mil barris por dia, para o desenvolvimento da produção na Bacia de Campos. Já um FPSO de maior capacidade poderá ser afretado para ficar definitivamente nas áreas.

A OGX também considera a possibilidade de utilizar unidades do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Plataform) - plataforma com completação seca - para o desenvolvimento da produção da parte Norte da Bacia de Campos e das bacias de Santos e Pará-Maranhão. Esse tipo de unidade está sendo licitado pela Petrobrás para a construção da P-62.

Ainda segundo os planos da OGX, começam neste segundo semestre a realização de estudos sísmicos nas áreas adquiridas. Serão 2,136 mil km², 1,9 mil km² e 672 km² respectivamente para as bacias de Campos, Espírito Santo e Pará-Maranhão. Os contratos foram fechados com a PGS, WesternGeco e CGG Veritas e a interpretação dos dados deve estar concluída em 2009. Estudos já realizados identificam reservas potenciais de 20 bilhões de barris, sendo 4,8 bilhões certificadas por orgão internacional como possíveis de serem recuperadas.

O cronograma de trabalho da empresa prevê a perfuração de seis poços em 2009. No total, serão perfurados 51 poços até 2013, sendo 27 na Bacia de Campos, 14 na Bacia de Santos, seis na Bacia do Espírito Santo e quatro na Bacia Pará-Maranhão.

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