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Odebrecht pede respeito à segurança jurídica depois de ter sido expulsa do Equador

A construtora brasileira Odebrecht pediu neste domingo respeito à segurança jurídica após sua expulsão do Equador ordenada pelo presidente Rafael Correa, que alega descumprimento de contrato para suspender as obras de 600 milhões de dólares dessa empresa.

AFP |

O gerente administrativo da Odebrecht, Luis Batista Filho, afirmou: "temos a convicção de que o desafio de criar e repartir riquezas econômicas e sociais não pode ser obtido sem que as relações de negócios sejam ampliadas pela busca da integração entre os povos".

"Esse propósito exige do setor público e privado a resolução das divergências sob o princípio da busca do que é certo, na plena vigência das instituições democráticas e da segurança jurídica", acrescentou o representante em um comunicado publicado pela imprensa.

Alegando uma série de irregularidades, Correa expulsou por decreto a Odebrecht e a reguladora brasileira Furnas em setembro, revogando ao mesmo tempo os contratos que havia concedido à construtora.

O conflito foi causado pela paralisação em junho da hidrelétrica San Francisco apenas um ano depois de ter sido concluída pela Odebrecht, que aceitou com reticências suas responsabilidades pelos problemas nas instalações, embora tenha sido acusada depois de superfaturanmento.

O mandatário afirmou sábado que as relações com o Brasil se normalizarão depois que passarem as tensões originadas pelas medidas contra a Odebrecht, que incluem o embargo de seus bens.

"Estou seguro de que essas coisas vão se acertar, apesar das tentativas da imprensa de aprofundar o conflito", disse em seu programa semanal de rádio e TV.

Segundo Luis Batista Filho, a empresa "está contribuindo para a conclusão dos contratos dentro do marco legal existente". "Continuamos também firmes em nosso propósito de contribuir para a desejada integração sul-americana", afirmou.

Ele indicou que os contratos que a Odebrecht executava no Equador, como outra central hidrelétrica e um aeroporto, "foram assinados o renegociados no atual governo e contaram com relatórios favoráveis dos órgãos de controle do Estado".

SP/dm

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