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OCDE tem maior queda desde 1974 e só o Brasil fica acima de 100 pontos

Paris, 5 dez (EFE).- Os indicadores compostos avançados sobre as perspectivas da conjuntura econômica na OCDE registraram sua maior queda desde outubro de 1974 e só o Brasil, cuja queda de outubro a novembro foi de 0,3 pontos, ficando em 103,6, não está abaixo dos 100 pontos dentre seus países.

EFE |

O Brasil, assim, ainda alcança a categoria de "alteração", enquanto todos os demais estão em "forte arrefecimento" em suas perspectivas econômicas, segundo a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Segundo os números apresentadas hoje, o indicador sintético no conjunto da OCDE ficou em outubro em 95 pontos (contra uma média de longo prazo de 100), 1 ponto abaixo de seu nível em setembro e 5,9 pontos abaixo de há um ano.

O maior desabe mensal foi para a Rússia, que caiu 4 pontos, seguida da China (-1,7 pontos percentuais) e da Alemanha (-1,6 pontos percentuais).

A perda em pontos percentuais para o G7, por sua vez, foi de 1,1 inteiros, até 94,8 pontos.

Depois da Alemanha, o país mais afetado deste grupo de potências econômicas foi os Estados Unidos, com uma queda de 1,2 que o situa em 94,2 pontos.

Menos afetadas foram as quedas de Canadá (1 ponto, até 95,5), França (0,7, até 96) Japão (0,9, até 95,2) e Reino Unido (0,9 pontos até os 94,2).

A Itália, por sua vez com uma queda de 0,1 pontos (até 96,8), foi o país que melhor resistiu ao temporal, entre os que formam a OCDE.

O dado para a zona do euro se situou em 0,9 pontos abaixo do nível do setembro passado, ficando em 95,3 inteiros, contra uma média de longo prazo de 100.

O conjunto de países formado por China, Índia, Indonésia, Japão e Coréia caiu 1,4 pontos percentuais, baixando a 94,5. EFE jaf/jp

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