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OCDE: líderes mundiais devem continuar crescendo

As economias líderes mundiais deverão continuar crescendo nos primeiros meses de 2010, embora algumas estejam mostrando sinais de desaceleração no ritmo de crescimento, de acordo com uma pesquisa sobre indicadores antecedentes divulgada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) hoje. Os dados sinalizam uma expansão das economias desenvolvidas como um todo, embora França e Itália - que lideraram o avanço nos primeiros estágios da recuperação - estão agora mostrando sinais de um ritmo mais lento de expansão econômica.

AE |

As economias líderes mundiais deverão continuar crescendo nos primeiros meses de 2010, embora algumas estejam mostrando sinais de desaceleração no ritmo de crescimento, de acordo com uma pesquisa sobre indicadores antecedentes divulgada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) hoje. Os dados sinalizam uma expansão das economias desenvolvidas como um todo, embora França e Itália - que lideraram o avanço nos primeiros estágios da recuperação - estão agora mostrando sinais de um ritmo mais lento de expansão econômica.<p><p>O índice composto de indicadores antecedentes da atividade econômica dos 30 membros da OCDE subiu para 103,6 em fevereiro, de 102,9 em janeiro. Para a área do euro, o índice avançou a 104,6, de 104,1. Para a França, o índice subiu para 105,2 em fevereiro, de 105,1 em janeiro, enquanto o índice para a Itália foi de 106,4, em comparação com 106,1. Na Alemanha, o índice aumentou para 105,0, de 104,1.<p><p>O índice composto para as sete maiores economias - França, Canadá, Japão, Alemanha, Itália, Reino Unido e Estados Unidos - cresceu para 103,7 em fevereiro, de 103,0 em janeiro. Na mesma comparação, o índice para o Reino Unido passou de 105,0 para 105,4. O dos EUA atingiu 102,7, o do Canadá ficou em 104,7 e o do Japão foi de 102,9. Entre as economias em desenvolvimento, o índice para a China ficou estável pela segunda vez seguida, em 102,8, o do Brasil atingiu 99,6, o da Índia subiu para 100,8 e o da Rússia passou a 102,3. As informações são da Dow Jones.
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