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OCDE apura pior queda desde anos 70; Brasil tem 3º maior retração

Paris, 6 fev (EFE).- Os indicadores compostos avançados sobre as perspectivas de conjuntura econômica na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) sofreram em dezembro sua maior queda mensal desde os anos 1970, com o Brasil superando o índice médio, tendo a terceira pior queda por países.

EFE |

Estes índices agrupados no chamado "indicador sintético", caíram 1,1 ponto no último mês de 2008, fechando o ano em 92,9 unidades, contra uma média de longo prazo de 100, na zona da OCDE precisou um comunicado divulgado hoje pela Organização, enquanto no Brasil queda foi ainda maior, de 1,8 ponto.

Na zona dos países que utilizam o euro como moeda comum, o retrocesso foi de 0,9 pontos. No G7, esta queda foi de 1,2 ponto, e para o grupo de países asiáticos G5 (que inclui China, a Índia, Indonésia, Japão e Coreia), de 1,2.

Por países, a OCDE destaca as quedas da Rússia (-3,8), seguida da China (-2,4), Brasil (-1,8), Alemanha (-1,6), e Estados Unidos e Japão (-1,4, cada).

Estes dados "refletem níveis nunca vistos desde os anos 70" para a maior parte dos membros da OCDE e "seguem mostrando um enfraquecimento das perspectivas de crescimento para as sete maiores economias" do mundo.

"As perspectivas de crescimento se deterioraram seriamente também para as grandes economias que não são membros da OCDE, e enfrentam atualmente fortes esfriamentos", acrescenta a nota, referindo-se aos três países que tiveram as piores quedas: Rússia, China e Brasil.

EFE pi/jp

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