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Obama se diz confiante na aprovação de seu plano econômico

WASHINGTON - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou nesta quarta-feira estar confiante na aprovação pelo Congresso de um amplo plano de reativação econômica, horas antes de sua votação na Câmara de Representantes. O pacote movimentará cerca de US$ 850 bilhões, entre investimentos diretos e isenções fiscais.

Redação com agências |

 

"Estou confiante, vamos aprová-lo", disse Obama ao receber na Casa Branca os donos de grandes empresas para discutir seus projetos para tirar o país de uma crise que parece se agravar a cada dia.

Segundo Obama, a aprovação do pacote no Congresso trará um clima positivo para a economia norte-americana, o que fará prosperar a vida dos trabalhadores e das empresas nos EUA. A aprovação do plano pela Câmara, onde os democratas são maioria, é muito provável. Contudo, o voto dos adversários republicanos servirá para medir o futuro clima político.

Depois do encontro, Obama disse que os milhares de americanos que estão perdendo seus empregos esperam uma ação ''ousada e rápida'' por parte de Washington.

A fim de cortejar os executivos a aderirem ao pacote, o presidente enfatizou que sua proposta deverá gerar até quatro milhões de empregos em diferentes áreas e destacou que a maior parte dessas vagas surgirão no setor privado, porque ''é o mundo dos negócios, e não o governo, que é o agente do crescimento".

Ele disse estar tomando medidas sem precedentes que obrigarão sua administração a revelar detalhes do pacote ''em vez de aplicar esse dinheiro de forma secreta''.

De acordo com o Obama, os investimentos feitos por seu governo estarão disponíveis na internet.

''Restaurar a transparência é não apenas a melhor maneira de se atingir resultados, mas também de restaurar a confiança.''

Aprovação

Caso seja aprovado nesta quarta-feira, o plano ainda será submetido ao Senado, provavelmente na próxima semana. As duas câmaras deverão então negociar e chegar a um acordo sobre um texto único.

Barack Obama, que insiste na urgência da situação, quer o texto em seu escritório antes do dia 16 de fevereiro para assiná-lo e permitir sua aplicação ainda no mês de março.

A maior parte do plano, cerca de US$ 275 bilhões, será formado por isenções fiscais para estimular o consumo, investimento privado, financiamento de obras públicas e na liberação de recursos para os governos locais e na promoção de medidas sociais.

Na terça-feira, o Comitê de Apropriações do Senado aprovou uma parcela de US$ 365,6 bilhões do plano econômico.

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