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Obama pode adiar corte de vantagens tributárias dos ricos

WASHINGTON (Reuters) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, pode considerar o adiamento de uma de suas promessas de campanha--reduzir os cortes de impostos para os norte-americanos mais ricos. A estratégia faria parte de seu plano para recuperar a economia, disseram dois representantes de Obama neste domingo. David Axelrod, estrategista da campanha de Obama, escolhido para ser conselheiro da Casa Branca, foi questionado se os cortes de impostos vão expirar depois de 2010, em vez de suspensos mais cedo. Vamos considerar isso, disse ele no programa Fox News Sunday.

Reuters |

Bill Daley, conselheiro de Obama e secretário de comércio no governo do ex-presidente Bill Clinton, disse no programa "Meet the Press", da NBC, que o cenário para 2010 "parece mais provável do que improvável".

Os cortes de impostos do atual presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, devem expirar no fim de 2010. Depois disso, os impostos voltam aos mesmos níveis de 2001, quando a taxa de impostos individual era de 39,6 por cento.

Obama pediu redução de impostos para a classe média, mas exigiu que os norte-americanos mais ricos paguem mais do que o maior índice de hoje, que é de 35 por cento.

Os comentários de seus representantes indicam que Obama pode ter cautela ao impor quaisquer encargos tributários em tempos de crise, apesar das perspectivas de recorde nos déficits no orçamento e o crescimento da dívida nacional.

"O principal agora é colocar este pacote de recuperação econômica para funcionar, colocar dinheiro nos bolsos da classe média, botar esses projetos para funcionar, deixar a América empregada de novo e este será o nosso foco em janeiro", disse Axelrod.

(Por Randall Mikkelsen e Donna Smith)

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