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Obama estuda plano de estímulo econômico audacioso, revelam jornais

SÃO PAULO - O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, sinalizou buscar um plano de gastos e cortes de impostos mais ambicioso do que aquele que descreveu em sua campanha, conforme um conselheiro do futuro dirigente americano. Conforme matéria do jornal New York Times (NYT), William M. Daley, integrante da equipe de conselheiros econômicos de Obama, disse que, devido à gravidade da situação, o presidente eleito está propenso a deixar que o corte de impostos feito por Bush expire em 2011 em vez de antecipar esse prazo.

Valor Online |

Em discurso em programa de rádio semanal do partido Democrata, Obama disse que sua equipe econômica deve criar um plano de estímulo econômico de dois anos com o objetivo de gerar 2,5 milhões de empregos.

Assessores de Obama estão correndo para elaborar medidas para impulsionar os mercados financeiros e evitar um vácuo político que poderia afetar mais a economia durante o período de transição de poder, reportou o Wall Street Journal (WSJ).

A equipe de Obama, segundo a publicação, está elaborando um novo pacote contendo mais de US$ 500 bilhões em desembolsos federais e redução de impostos para os próximos dois anos. O WSJ também ressaltou que o plano seria bem mais agressivo do que aquele apresentado na campanha eleitoral.

O jornal revelou que líderes democratas no Congresso estão preparando para acelerar a passagem do pacote após o Ano Novo para ter o projeto de lei sobre o estímulo pronto para Obama assinar assim que assumir a Casa Branca, em 20 de janeiro de 2009.

O presidente americano eleito deve conversar com a imprensa nesta segunda-feira para apresentar seus representantes da área econômica, como o economista Lawrence Summers, que ficará com o Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, e o presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, Timothy Geithner, para ocupar o posto de secretário do Tesouro.

(Juliana Cardoso | Valor Online)

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