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Obama e McCain propõem aumento de seguro para depósitos bancários

(Atualiza com proposta de McCain) Washington, 30 set (EFE).- Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, concordaram hoje em propor um aumento de US$ 100 mil para US$ 250 mil do valor dos depósitos bancários garantidos pelo Governo.

EFE |

Obama fez sua proposta em comunicado divulgado hoje, enquanto McCain disse à "CNN" que hoje mesmo falou com o presidente George W.

Bush e fez essa mesma recomendação.

A Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC, em inglês) garante os depósitos bancários até US$ 100 mil, e vários analistas e comentaristas reiteraram durante dias a milhões de poupadores e depositários que não devem se preocupar com seu dinheiro.

O candidato democrata também afirmou hoje que "a maioria das famílias nos EUA pode ficar tranqüila, no sentido de que os depósitos que têm em nossos bancos têm garantia".

Apesar de a garantia, colocada em prática durante a Grande Depressão dos anos 30, "ser mais que adequada para a maioria das famílias, não é suficiente para que muitas empresas pequenas mantenham contas bancárias para os salários, comprar provisões, investir na expansão e criação de empregos", disse Obama.

Acrescentou que "o limite atual do seguro em US$ 100 mil foi estabelecido há 28 anos e não foi ajustado pela inflação".

"Por isso, proponho que se eleve o limite de garantia da FDIC para US$ 250 mil, como parte do pacote de ajuda econômica, um passo que fortalecerá as empresas pequenas, tornará mais seguro nosso sistema bancário e ajudará a restaurar a confiança pública em nosso sistema financeiro", afirmou Obama.

McCain destacou que o Departamento do Tesouro americano também tem a capacidade de comprar hipotecas no valor de US$ 1 trilhão.

"Deveríamos ir em direção a isso enquanto trabalhamos na aprovação da lei", disse.

O candidato republicano destacou que "atualmente os americanos têm medo", por isso considerou importante fazer agora um plano a curto prazo, "e depois outro a longo" prazo. EFE mla/an

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