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Obama diz que planos de montadoras são mais sérios

Washington, 3 dez (EFE).- O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, avaliou hoje os planos apresentados pelas três grandes montadoras do país, Ford, General Motors (GM) e Chrysler, ao afirmar que são propostas mais sérias.

EFE |

A porta-voz da Casa Branca Dana Perino reiterou hoje, em coletiva de imprensa, a postura do Governo George W. Bush de que os fabricantes devem demonstrar viabilidade para serem auxiliados.

Obama, que hoje compareceu em coletiva de imprensa em Chicago para divulgar o nome do Governador do Novo México, Bill Richardson, como secretário de Comércio, se referiu aos planos de viabilidade que apresentaram as três companhias ontem ao Congresso.

"Quando as três grandes montadoras vieram (ao Congresso) há três semanas, não ofereceram um plano claro de viabilidade a longo prazo", apontou Obama, que destacou que os planos que puseram sobre a mesa desta vez contêm propostas "mais sérias".

Caso se alcance um acordo sobre um plano de resgate, o Senado deve submetê-lo a votação no próximo dia 8 de dezembro.

A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, não precisou data, mas assinalou em coletiva de imprensa que existe a possibilidade de que se programe uma sessão para a próxima semana.

Nos planos de viabilidade apresentados, as chamadas "Três Grandes de Detroit" solicitam US$ 34 bilhões em empréstimos e linhas de crédito.

Os analistas prevêem que, apesar da vontade de ajudar o setor, o Congresso continuará imerso em disputas com a Casa Branca sobre a fonte dessas ajudas.

Os trabalhadores do setor automotivo dos EUA aceitaram, por outro lado, suspender os pagamentos a um fundo de saúde e um controvertido programa que beneficia desempregados, para que o Congresso ajude os fabricantes de automóveis.

O presidente do Sindicato de Trabalhadores da Indústria Automotiva (UAW), Ron Gettelfinger, fez o anúncio após uma reunião de emergência com os presidentes e executivos de maior categoria de GM, Ford e Chrysler, para discutir soluções à crise de liquidez.

Como parte das concessões, o sindicato acordou suspender o programa denominado "Banco de Trabalhos", que permite que os empregados despedidos pelas empresas recebam até 95% de seus salários.

O grêmio também aceitou que as companhias cessem em 2010 os pagamentos que efetuam a um fundo de cuidado médico dos aposentados, além de várias modificações ao contrato coletivo que negociaram com a patronal em 2007.

Gettelfinger reconheceu que seu grupo está sob "intensas pressões" para fazer concessões neste período de crise, no qual a recessão e a queda nas vendas puseram em perigo a sobrevivência ao setor automotivo, e as empresas que dependem do mesmo. EFE mp/rr

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