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Obama assina pacote de US$ 787 bilhões e anuncia início do fim da crise

DENVER - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que o plano de estímulo econômico recém-aprovado pelo Congresso marca o princípio do fim da crise, permitirá a criação de empregos e dará alívio às famílias.

Redação com agências |

 

Numa cerimônia em Denver, Obama sancionou o pacote de US$ 787 bilhões (R$ 1,8 trilhão), considerado uma ferramenta imprescindível para fazer frente à crise. Antes mesmo de assumir como presidente, Obama já apostava todas as fichas na aprovação deste plano para reativar a economia dos Estados Unidos, seriamente afetada pela crise financeira internacional. Ele pressionou parlamentares democratas e republicanos pela rápida aprovação do pacote, e conseguiu, apesar de ter conquistado uma vitória apertada no Senado, com o mínimo de votos necessários.

Em seu discurso, Obama pediu o apoio do Partido Republicano, de oposição, que dificultou a aprovação do plano. "Estamos nos primeiros passos para recuperar nossa economia e prosperar. Precisamos do apoio de todos, empresas, democratas e republicanos", afirmou Obama.

 

AP
Obama assina o pacote

O presidente prometeu gastar o dinheiro dos contribuintes "com uma responsabilidade e transparência sem precedentes".

Também anunciou que assim que o plano for colocado em prática, um novo site (recovery.gov) permitirá a todos os americanos acompanhar para onde vai seu dinheiro, além de possibilitar comentários e perguntas.

"Para que nosso plano tenha sucesso, devemos estabilizar, reparar e reformar nosso sistema bancário, reativar o fluxo de crédito para as famílias e os comércios", havia dito Obama.

"Devemos redigir e fazer respeitar novas regras, para que especuladores inescrupulosos não voltem a minar nunca mais nossa economia", completou.

Também se declarou confiante de que os americanos conseguirão superar as atuais dificuldades.

Aprovação

O pacote foi aprovado na semana passada no Senado e na Câmara dos Representantes, após sofrer alterações no valor.

A medida representa a intervenção mais extensa do governo nos assuntos econômicos nacionais desde a Segunda Guerra Mundial e, além disso, é uma importante vitória legislativa para a batalha que a Casa Branca trava contra a recessão.

O pacote prevê a criação de pouco mais de três milhões de empregos e inclui cortes de impostos para famílias e negócios, fundos para programas sociais e obras públicas, e ajudas a governos estaduais, estudantes e desempregados.

Perante pressões do setor exportador e dos parceiros comerciais dos EUA, o plano deixou de lado a controvertida cláusula "Buy American" que, salvo algumas exceções, exige o uso de ferro, aço e produtos manufaturados exclusivamente americanos em obras de infraestrutura feitas com fundos do pacote.

Segundo o texto definitivo, a cláusula será aplicada sem violar as normas do comércio internacional.

(Com informações da EFE e Agência Estado)

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