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O que há de novo para o enxoval

Uma série de novidades tecnológicas, produtos e locais especializados de todos os tipos, promoções e até lojas vendendo por preços de atacado. Isso é o que o mercado paulistano oferece para quem está esperando, ou foi contemplado, com a chegada de um bebê.

Agência Estado |

Para conseguir levar todos os mimos para o bebê e pagar um preço mais em conta, os pais recentes devem recorrer às ruas que concentram um maior número de lojas desta modalidade, como as avenidas Sumaré, em Perdizes; Ibirapuera, em Moema; e Alcântara Machado (Radial Leste), na Mooca. Nestes locais é possível encontrar boas promoções e encontrar a loja que oferece o melhor preço, sem ter de andar muito.

Outra opção interessante é percorrer o bairro do Brás, na Zona Leste. O local, conhecido por ser um tradicional centro de comércio popular tem 55 lojas de artigos para bebês, com maior concentração nas ruas Oriente, Maria Marcolina e Virgílio do Nascimento. Por lá, algumas lojas oferecem preço de atacado ou brindes especiais para quem levar o enxoval completo. E é possível encontrar produtos de qualidade por preço acessível.

Economizar nas compras é fundamental, já que a chegada de um bebê aumenta as despesas de um casal consideravelmente. "Em uma família de classe média, que vai ter o primeiro filho, as despesas vão subir cerca de 30%", diz o economista da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) e autor do livro Sobrou Dinheiro!, Luís Carlos Ewald. "Para o segundo filho as despesas são menores, cerca de 20% da renda, porque o bebê herda muita coisa do primeiro filho - principalmente os itens mais caros, como carrinho e berço", afirma.

O economista Marcos Crivelaro ensina que, quando a boa notícia da gravidez chega, é necessário planejar bem os gastos, que devem ser distribuídos durante os nove meses. Nos primeiros meses é recomendado fazer a reforma ou pintura do quarto do bebê. Depois da obra, o ideal é comprar o mobiliário. "Isso pode ser feito entre o terceiro e o oitavo mês de gravidez. É tempo suficiente para os pais parcelarem o pagamento dessas despesas ou juntarem o dinheiro necessário para pagar à vista", diz o consultor financeiro.

Depois de tudo pago é hora de comprar o que faltar do enxoval. A receita para não gastar demais com roupas que não serão usadas, vem de quem mais entende do assunto: uma mãe. A publicitária Cristina Bassi, 37 anos, trouxe Gustavo ao mundo há duas semanas. Por já ter um filho de 2 anos, ela tem experiência no assunto. "O segredo é esperar para comprar as roupinhas no último mês de gravidez.Pela ultra-sonografia é possível saber se o bebê vai ser grande ou pequeno e comprar as roupas no tamanho ideal".

Cristina conta que Gustavo nasceu com 3,4 kg. "Por isso não investi muito em roupas para recém nascido, apenas o suficiente para ele usar na maternidade. Comprei mais do tamanho P, que já estão servindo e agora voltei à loja com o pai dele para comprarmos mais algumas peças. Assim vamos comprando conforme ele vai crescendo, e não gastamos desnecessariamente."

Crivelaro também dá algumas dicas para que as mães mais entusiasmadas se controlem na hora das compras. "Faça uma escala gradual de roupas. Quando já tiver o suficiente de um determinado tamanho avise aos familiares que vão presentear ou troque as roupas que ganhar por outras maiores".

Quando o assunto é fraldas, o consultor financeiro recomenda estocar. "As fraldas podem ser compradas desde o início da gravidez, porque tem validade longa. Aproveite as boas ofertas. Não hesite em fazer um bom estoque."

Outra opção para ajudar com as fraldas é o chá de bebê. A zootecnista Priscila Lotufo, 33 anos, conta que o evento a ajudou bastante no estoque de fraldas. Na segunda gravidez e esperando gêmeos, os presentes foram fundamentais para ajudar nos primeiros meses. "Foi o que mais ganhei, mas foi ótimo. Afinal, vou ter de usar bastante", diz.

A família também é importante na chegada de um bebê. Crivelaro explica que, quem pode contar com o apoio da mãe ou da sogra, economiza até dois salários mínimos por mês. "É o que se gastaria com o pagamento de uma babá, as faltas no trabalho para levar o bebê ao médico, as papinhas prontas e outras necessidades. A ajuda da avó, além de mais confiável é mais econômica."

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