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O Gol na melhor forma

À venda desde o início do mês, a nova geração do Volkswagen Gol evoluiu muito e manteve o preço na versão 1.0, R$ 28.

Agência Estado |

890. A topo, Power 1.6, não é tão acessível: parte de R$ 36.420 e, completa, pode chegar a R$ 45.845. Traz bom acabamento e direção hidráulica de série, entre outros. Não é à toa que com ela a VW pretende aumentar o alcance do carro, mirando Fiat Palio 1.4 (R$ 33.860), Ford Fiesta 1.6 (R$ 36.310) e Chevrolet Corsa 1.4 (R$ 32.973), por exemplo.

Esse Gol é a maior ameaça também para outro Volkswagen, o Fox (R$ 38.495 na versão 1.6 quatro-portas). Isso porque a Power é destinada a quem espera algo mais de um carro de entrada e mostra a melhor forma do hatch.

Além do bom acabamento, que inclui espelhos dos pára-sóis com iluminação, faróis com duplo refletor e detalhes externos cromados, o motor 1.6 flexível que rende até 104 cv (o mesmo de Fox, Polo e Golf) deixa o Gol mais emocionante de guiar. Suas virtudes valem tanto para enfrentar o trânsito urbano como as estradas.

Na cidade, nem sempre é preciso reduzir as marchas para ganhar velocidade. E o Gol mostra muita disposição em ultrapassagens. Mérito do conjunto mecânico, bem superior ao antigo. O torque de 15, 3 mkgf, além de maior é alcançado a 2.500 rpm, ante 3.000 rpm do modelo anterior. E o câmbio preciso (também herdado do Polo) ficou mais curto.

Com o novo motor VHT, o carro ficou também mais eficiente. Segundo informações da Volks, o consumo médio da geração anterior era de 9,6 km/l (álcool) e 13,8 km/l (gasolina). Agora são, respectivamente, 10,4 km/l e 15,5 km/l.

Tudo novo

Totalmente reformulado, o Gol tem plataforma baseada na do Polo. Uma das principais mudanças é a posição do motor, que passou de longitudinal a transversal. Com isso, foi possível diminuir o comprimento do carro, mas o espaço interno aumentou.

Mais curto que o Polo, o Gol 1.6 é ainda melhor de dirigir. Tem relação peso-potência inferior (cada cv precisa empurrar 9,07 kg, ante 10,62 kg no Polo) e sistemas de direção e suspensão mais avançados que os do "irmão". A condução é firme, o rodar suave e impactos com pisos irregulares não incomodam quem está na cabine.

Mas por ter pneus de perfil mais baixo, que favorecem a esportividade, a versão Power traz certa vibração ao interior quando está em alta velocidade. Em contrapartida, mantém o equilíbrio e a segurança do hatch em curvas. O ponto fraco é a coluna dianteira larga, que prejudica visibilidade.

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