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O dilema entre ser empreendedor ou executivo

No mundo dos negócios, há quem peça ajuda aos astros e à numerologia para resolver o dilema: mergulhar na vida corporativa e tornar-se um executivo ou seguir a trilha do empreendedorismo e tocar sua própria empresa? Essa é uma dúvida que pode perturbar tanto quem está saindo da faculdade quanto empresários e executivos experientes, que se perguntam se ainda dá tempo de mudar. O autor de livros de negócios Francisco Britto recorreu a histórias, experiências de vida e profissionais para encontrar resposta a uma questão que também já o intrigou.

Agência Estado |

Os relatos que ele coletou estão no livro "Empreendedor ou Executivo? Quem nasceu pra quê?", que será lançado hoje pela editora Da Boa Prosa.

Britto é publicitário, jornalista, com pós-graduação em administração, "está" empreendedor mas não descarta a possibilidade de enveredar novamente pelo mundo corporativo, por onde já transitou. Esse perfil ele definiu ao longo de 30 anos de experiência profissional e observando a escolha de brasileiros que deram certo. Ao contar de um jeito pessoal (e informal) a história de empreendedores e executivos, suas escolhas e influências, Britto quer ajudar quem ainda tem essa dúvida a encontrar uma resposta.

"Temos perfis completamente executivos, como o de Antonio Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America, e outros completamente empreendedores, como o de Arnold Eugênio Correia, fundador da SubWay Link", conta. O livro descreve também trajetórias "mistas", como a do presidente da Claro, João Cox, que começou a carreira na Odebrecht, passou por outras grandes corporações, abriu dois negócios próprios até chegar onde está. É o exemplo de um executivo que empreende.

No livro, Cox diz que "o melhor executivo é aquele que vê o negócio como seu; que não tem medo de arriscar". Também é dele uma lista com as diferenças entre as duas categorias: o empreendedor, segundo ele, é líder, e o executivo é gestor; um constrói o futuro enquanto o outro zela pelo presente. O primeiro busca a eficácia e o segundo, a eficiência.

Britto procurou explicações não só nas opiniões de quem vive e transpira negócios, mas na experiência de pessoas que se especializaram em ajudar empresas a fazer escolhas: um psicólogo, uma numeróloga, uma astróloga. Conclusão: quem busca uma resposta para essa dúvida já tem uma solução para ela e precisa pensar mais no assunto, com foco na satisfação. Britto diz também que não existe um tempo ou idade para se fazer essa escolha e mudar. "Uma coisa que ficou confirmada nas minhas conversas é que não há um divisor de águas entre um empreendedor bem-sucedido e um executivo de sucesso. As razões e os motivos que levam ambos a dar certo são praticamente as mesmas."

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