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O contra-ataque digital

O contra-ataque digital São Paulo, 07 (AE) - Hollywood demorou a abraçar o digital, mas promete recuperar o tempo perdido com uma saraivada de novidades, algumas ainda começam a ganhar forma: DISTRIBUIÇÃO ONLINE - Os estúdios gastam bilhões todos os anos fazendo cópias em película dos filmes e distribuindo-os para os cinemas. Com o formato digital, esses gastos acabarão e a distribuição poderá ser feita pela rede.

Agência Estado |

DOWNLOADS PAGOS - Com a queda nas vendas de DVDs e a não supressão por parte do Blu-ray, Hollywood mira no download pago de filmes pela internet. Para ter uma ideia, o último Batman vendeu no primeiro dia 3 milhões de cópias somados DVD e Blu-ray. O recordista Procurando Nemo, de 2003, vendeu 8 milhões.

FILMES NA "NUVEM" - Os estúdios têm procurado formas de tornar o download pago mais atraente. Uma das mais viáveis hoje envolve a chamada "cloud computing". Basicamente as pessoas poderiam manter uma biblioteca online com todos os seus filmes baixados legalmente e poderiam assisti-los quando e onde quisessem.

BLU-RAY 2.0 - Não é só de filmes em alta definição que se faz um Blu-ray. Nos discos com o sistema BD-Live é possível acessar a internet e baixar extras especiais do filme. O recurso ainda engatinha, mas o objetivo dos estúdios é montar redes em que os usuários interajam em games, chats, etc.

CINEMA EM CASA 2.0 - A partir de sistemas como o BD-Live, os estúdios querem criar ambientes imersivos e interativos em que milhares de pessoas se reúnam virtualmente para assistir a um mesmo filme, e que elas possam socializar, trocando impressões sobre o longa, por exemplo, durante a sessão.

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