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NY abre em alta, apesar de fraude bilionária nos EUA

As Bolsas de Nova York abriram em alta nesta segunda-feira, com os investidores de olho no detalhamento da exposição de algumas empresas à fraude de US$ 50 bilhões do consultor de investimentos Bernard Madoff, ex-presidente da Bolsa eletrônica Nasdaq. Às 12h33 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,46%, o Nasdaq 100 avançava 0,17% e o S&P 500 tinha ganhos de 0,48%.

Agência Estado |

O banco espanhol Santander, por exemplo, disse que seus clientes tinham uma exposição de cerca de US$ 3,1 bilhões por meio de suas operações de gerenciamento de ativos do fundo especulativo Optimal. A japonesa Nomura Holding tinha uma exposição de US$ 302 milhões.

"O ânimo com as festas de fim de ano que começou na semana passada deverá predominar nesta, já que os mercados resistem o quanto podem à potencial piora do sentimento (relacionada à situação da Madoff)", disse o analista de ações da Standard & Poor's Sam Stovall.

O principal indicador da manhã foi a queda de 0,6% da produção industrial nos Estados Unidos em novembro na comparação com outubro, divulgada quando as negociações com índices futuros são normalmente paralisadas. Mas a maior expectativa entre os investidores é com a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano, a ser anunciada amanhã. A expectativa majoritária é de um corte de 0,5 ponto porcentual, para 0,5% ao ano.

Ações

No ambiente corporativo, as ações da empresa do setor químico Huntsman subiram 2,5% no pré-mercado em Wall Street, após o grupo ter colocado fim ao seu acordo para ser adquirido pela Hexion Specialty Chemicals. A Huntsman receberá um pagamento de US$ 1 bilhão.

Entre as montadoras, General Motors (GM) avançava 5,8% e Ford, 3,6%, com a informação do jornal Wall Street Journal de que o governo norte-americano está discutindo um resgate para o setor automotivo que pode ultrapassar US$ 40 bilhões. As informações são da Dow Jones.

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