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Nunca foi tão fácil trocar a locação pela casa própria

Entre o financiamento de um imóvel e o aluguel, a primeira opção sempre foi o melhor negócio. Mas, agora, essa afirmação se tornou mais verdadeira do que nunca.

Agência Estado |

Enquanto o preço dos aluguel não pára de subir, os financiamentos da casa própria ganham juros cada vez mais baixos e prazos mais longos.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que serve como referência para o reajuste dos contratos de aluguel, fechou o mês de junho com alta de 1,98%. No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento foi de 13,44% - o maior registrado desde outubro de 2003. O índice ficou muito acima do IPCA do período, índice usado pelo governo para as metas inflação, que acumulou 6,06%.

Do outro lado, os juros do crédito imobiliário não param de cair. Hoje, quase todos os bancos financiam a compra da casa própria. Entretanto, os menores juros ficam com aqueles financiamentos feitos com o uso dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pela Caixa Econômica Federal, por exemplo, é possível hoje financiar um imóvel a juros de 8% ao ano.

Até abril, quem não conseguia guardar dinheiro para dar entrada em um financiamento dificilmente se livrava do aluguel - a menos que optasse pela prestação de um apartamento ainda em construção.

Mas, desde maio, essa situação também mudou. A Caixa criou uma linha de financiamento que não exige que o comprador dê entrada tanto para imóveis novos ou usados. O banco permite financiar em até 30 anos, com zero de entrada e juros de até 14% ao ano. "Isso significa que o cidadão consegue se mudar para um imóvel pronto e deixar de pagar aluguel, mesmo sem ter uma reserva", diz Luiz Previlato, gerente regional da Caixa.

Entretanto, quem se anima em trocar o aluguel pela prestação de um imóvel deve tomar alguns cuidados. O primeiro é não comprometer mais de 25% de sua renda com as prestações. "Por isso, é preciso avaliar bem qual é o tipo de imóvel que cabe no seu bolso", afirma. Outra dica é reduzir ao máximo o prazo de financiamento. "Os juros serão menores e o comprador diminui as chances de algum imprevisto no meio do caminho, o que o levaria à inadimplência", diz.

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