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Número de seguros-desemprego alcança nível mais alto em 25 anos nos EUA

Washington, 6 nov (EFE).- O número de pessoas que recebem o seguro-desemprego nos Estados Unidos alcançou o nível mais alto em 25 anos, informou hoje o Departamento de Trabalho.

EFE |

Outro relatório do Governo mostrou que entre julho e setembro as empresas diminuíram as horas de trabalho dos trabalhadores ao ritmo mais alto em seis anos, o que contribuiu para que a produtividade aumentasse mais que o esperado.

Na semana que terminou em 25 de agosto aumentou em 122.000 o número de pessoas com seguro-desemprego, que chegou ao total de 3,84 milhões, o mais alta em 25 anos.

O número de novos pedidos do subsídio pagos pelos Governos estaduais teve uma diminuição de 4.000 unidades na última semana e alcançou o total de 481.000, declarou o Governo.

O relatório mostra que, além de reduzir as horas de trabalho, as empresas estão demitindo os trabalhadores sob o ritmo mais rápido e que cada vez é mais difícil encontrar um novo emprego.

Amanhã o Departamento de Trabalho divulgará seu número do desemprego em outubro, e a maior parte dos analistas calcula que a economia perdeu no mês passado 210.000 postos de trabalho e que o índice subirá 0,2 ponto percentual para 6,3%, que seria o pior em cinco anos.

Nos nove primeiros meses deste ano a economia perdeu cerca de 760.000 empregos.

Caso se compare os números com os da mesma semana de um ano atrás se percebe que as novas solicitações subiram 45% e que o número de pessoas que permanecem no seguro-desemprego aumentou 46%.

A taxa de seguro-desemprego, isto é a proporção de trabalhadores amparados pelo benefício e que estão recebendo os cheques, aumentou 0,1 ponto percentual, para 2,9%, alcançando o patamar mais alto em cinco anos.

Outro relatório do Departamento de Trabalho indicou que a produtividade - uma medida de quanto produz cada trabalhador por unidade de tempo - aumentou entre julho e setembro a um ritmo anual de 1,1%, enquanto a produção diminuiu 1,7% e as horas trabalhadas diminuíram 2,7%.

A queda na produção foi a mais notável desde a recessão de 2001.

O custo da unidade de trabalho, que é uma medida chave da pressão inflacionária no mercado de trabalho, subiu 3,6% no terceiro trimestre.

As compensações horárias reais diminuíram 1,9% e caíram 0,9% em um ano, a diminuição mais substancial em 13 anos.

No último ano a produtividade aumentou 2% e os custos da mão-de-obra aumentaram 2,3%.

A produtividade teve um aumento médio de 2,7% anual entre 1948 e 1970, depois se tornou mais lenta, para 1,6%, entre 1971 e 1995.

Desde então a produtividade cresceu aproximadamente 2,5% por ano. Em 2007 o aumento foi de 1,4%. EFE jab/fal

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