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Nova MMX e Iron X serão negociadas na Bolsa este mês

Três empresas remanescentes da cisão da mineradora MMX feita para a venda de ativos à Anglo American começam a ser negociadas na Bovespa no fim deste mês, informou hoje a MMX em nota. As empresas são: a Iron X, integrada pelo Sistema Amapá e Sistema Minas-Rio; a nova MMX, restrita ao sistema Corumbá e à MMX Sudeste, e a LLX, de logística.

Agência Estado |

O grupo informou à Agência Estado que o contrato de compra e venda de 51% da MMX Minas-Rio e 70% da MMX Amapá, do grupo do empresário Eike Batista, para a Anglo American foi assinado em 31 de março, está em fase de conclusão e todas as formalidades já foram cumpridas.

"O contrato de compra e venda celebrado entre Eike Batista e Anglo American em 31 de março de 2008 se encontra em fase final de conclusão. Todas as formalidades, tais como autorizações governamentais, já foram cumpridas e as três empresas decorrentes da cisão da MMX começarão a ser negociadas na Bolsa de São Paulo no fim deste mês. São elas a MMX remanescente (Sistema Corumbá e MMX Sudeste), a LLX (que se separa da MMX original) e a Iron X (Sistema Amapá e Sistema Minas-Rio), esta última que será adquirida pela Anglo American", diz a nota. O texto informa que a mudança de controle da ferrovia no Amapá já foi aprovada pelo governo do Amapá.

A MMX também informa que o advogado Márcio Thomaz Bastos está cuidando da notificação que Eike Batista anunciou na segunda-feira que pretende fazer ao Ministério da Justiça por conta da operação da Polícia Federal "Toque de Midas", que incluiu busca e apreensão em endereços do grupo e nas residências do próprio Eike Batista e de um executivo da MMX.

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