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Notebooks de baixo custo sustentam aumento de vendas de PCs

SÃO PAULO - O bom desempenho de vendas de notebooks de baixo custo tem sustentado o aumento nas vendas de PCs em todo o mundo, apesar dos problemas na economia. Segundo a consultoria IDC, esse desempenho deve sustentar o ritmo de crescimento do mercado inclusive nos próximos anos.

Valor Online |

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 Neste ano, a expectativa é que as vendas de computadores cresçam 15,7%, para um total de 311 milhões de unidades. Até 2011, as taxas de expansão, diz o IDC, devem se manter na casa dos dois dígitos, e chegando a 9% em 2012, quando devem ser vendidos 482 milhões de aparelhos.

Segundo o IDC, alguns fatores ocorridos no segundo trimestre deste ano impactaram as perspectivas para o futuro do mercado. Embora a região da Ásia e Pacífico (excluindo o Japão) tenha apresentado crescimento de 14% ante igual período de 2007, o desempenho ficou abaixo do ritmo de 20%, ao contrário do que vinha ocorrendo na maioria dos trimestres dos últimos anos.

A região, afirma o IDC, tem sido afetada pelo aumento nos custos da energia, pela pressão inflacionária e, mais pontualmente, pelo terremoto na província chinesa de Sichuan e pelas Olimpíadas de Pequim, todos fatores que limitaram a expansão das vendas.

Já na Europa Ocidental, o ritmo de crescimento do mercado no segundo trimestre mais do que dobrou em relação a 2007, fechando em 23%, contra 12% naquela ocasião. Essa expansão, explica o IDC, se dá pela forte demanda por notebooks de baixo custo e subnotebooks, como o EeePC da AsusTek. Apenas considerando os PCs portáteis, houve aumento de 60% nas vendas na Europa Ocidental no segundo trimestre ante igual período de 2007.

Segundo o IDC, o sucesso dos notebooks de baixo custo deve minar os preços médios do segmento de PCs portáteis, ao mesmo tempo que impulsionará as vendas em volume de unidades, à medida que mais consumidores adquirem seu primeiro computador ou um aparelho secundário.

Continuamos a ver uma rápida transição para PCs portáteis em todo o mundo, mesmo com o aumento nas pressões econômicas, afirmou o diretor da pesquisa mundial trimestral de PCs do IDC, Loren Loverde. A tendência reflete a crescente importância da computação, não apenas em casa ou no trabalho, mas como uma parte integrada de nossas vidas. Os preços em baixa, mais opções de design e a competição pelo mercado de PCs continuam a conduzir essa rápida transição, acrescenta.

Segundo o vice-presidente de Clientes e Painéis do IDC, Bob O'Donnel, hoje a melhor forma de se medir o sucesso dos computadores pessoais não é mais a taxa de adoção por domicílio, ou mesmo o número de máquinas por domicílio, mas sim o número de aparelhos de cada indivíduo. A crescente diversidade de formatos dos notebooks e PCs de mesa está permitindo que as pessoas comprem mais de um aparelho. No ambiente comercial, empresas continuam a ver o benefício de atualizar seus PCs e têm mantido um padrão saudável de compras, afirma O'Donnel.

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