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A Net Serviços avaliou que as grandes empresas do setor podem ter grande participação no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo federal. "Temos certeza de que o governo está aberto a contribuições, porque o plano ainda está muito incipiente", declarou hoje o diretor executivo jurídico e de relações institucionais da empresa, André Borges, após reunião com analistas de mercado (Apimec) no Rio de Janeiro.

A Net Serviços avaliou que as grandes empresas do setor podem ter grande participação no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo federal. "Temos certeza de que o governo está aberto a contribuições, porque o plano ainda está muito incipiente", declarou hoje o diretor executivo jurídico e de relações institucionais da empresa, André Borges, após reunião com analistas de mercado (Apimec) no Rio de Janeiro. Apesar de ainda não ver uma oportunidade concreta de ter uma grande participação da Net no processo de expansão da banda larga no País, o executivo afirmou que a empresa tem potencial elevado para participar do programa. Na avaliação do executivo, a forma mais barata de se promover a expansão da banda larga no País é incentivar a concorrência. "Onde há a competição de uma empresa do porte da Net, há mais qualidade de serviço e preços mais baixos", afirmou. Para viabilizar a entrada de novos competidores em cidades que hoje só comportam uma empresa de serviços de banda larga, Borges defendeu que o governo dê mais acesso a fundos de desenvolvimento, linhas de credito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e desenvolva um programa de benefícios fiscais para o setor. Sobre as propostas apresentadas por Oi e Sky para gerir o plano, Borges afirmou que qualquer valor divulgado nesse momento é precipitado, em função dos poucos detalhes dados pelo governo. Ele defendeu que o plano não fique a cargo de uma única empresa e disse o ideal é que Net, Sky e Oi sejam envolvidas. "Se todos entrarem, será melhor para os consumidores". Durante a reunião, o diretor executivo financeiro e de Relações com Investidores da empresa, João Elek, defendeu iniciativas como a desenvolvida pela empresa em São Paulo. Segundo ele, o Estado abriu mão do ICMS para viabilizar a disponibilização de acesso à internet por cerca de R$ 30.

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