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Negociações com proprietários de navio ucraniano progridem, segundo piratas somalis

Os piratas somalis, que mantêm em seu poder desde 25 de setembro um cargueiro ucraniano carregado de armas, afirmaram nesta sexta-feira que as negociações com os proprietários do navio progrediam, sem no entanto mencionar uma liberação iminente do Faina e de sua tripulação.

AFP |

No cargueiro, ancorado frente ao porto de Hobyo (500 km ao norte da capital somali Mogadíscio) e sob a vigilância permanente de navios de guerra americanos, "os membros da tripulação e os somalis a bordo estão em segurança e em bom estado de saúde", afirmou um porta-voz dos piratas contatado pela AFP a bordo da embarcação.

"As negociações progridem com os proprietários do navio", acrescentou esse porta-voz. "Não posso dizer a vocês quando as negociações terminarão, mas as discussões são certamente animadoras".

Segundo as autoridades ucranianas, o cargueiro pertence à empresa panamenha Waterlux. "O proprietário da embarcação realiza negociações com representantes dos piratas", indicou o Conselho de Segurança Nacional e Defesa ucraniano.

O Faina transporta 33 tanques T-72 de fabricação soviética, além de 150 lanças-foguetes RPG-7, baterias antiaéreas, diversos lanças-foguetes e cerca de 14.000 munições. A embarcação se dirigia para o porto queniano de Mombasa quando foi atacado.

O destino do carregamento de armas ainda não foi esclarecido.

O Quênia e a Ucrânia defendem que se trata de uma entrega para o Exército queniano. Mas os piratas e um porta-voz da Marinha americana asseguraram que as armas estavam destinadas a um cliente no Sudão, suscitando desmentidos de Nairóbi e Kiev.

bur-mc/dm

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