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Natal movimenta a cidade das flores

Já acostumada à movimentação típica de datas comemorativas, Holambra, na região de Campinas (SP), que concentra a principal colônia holandesa do País, muda de paisagem no Natal. Nesta época, as tradicionais flores vendidas durante o ano inteiro na cidade, que ficou conhecida como Cidade das Flores, dividem espaço e atenções com as tuias holandesas e com a poinsétia, planta de folhas vermelhas que se assemelham a grandes pétalas de flor, também conhecida como bico-de-papagaio.

Agência Estado |

"A tradição natalina da poinsétia é tão forte nos Estados Unidos e na Europa que lá é chamada de estrela-do-natal", diz o produtor Toni Walravens, do Sítio Flor&Ser. A poinsétia é, ao lado das tuias holandesas, a grande atração de Holambra no Natal. "Do fim de novembro até o Natal é a época de pico das vendas", diz ele, que possui 30 mil metros quadrados de estufas.

Resistente, a poinsétia, planta originária do México, é usada em decorações de fim de ano e tem a vantagem de poder ser transplantada do vaso para o jardim.

Para atender à demanda, Walravens está até fornecendo vasos de poinsétia cobertos de glitter, que dá à planta uma cara ainda mais natalina. "É pulverizada uma fina camada de glitter sobre as folhas. E para aderir melhor, as folhas recebem uma mistura a 10% de cola de madeira", explica.

Gérbera vermelha - Também para o produtor de gérberas Guilherme Johannes Cornelius Hendrikx, do Sítio Rancho Velho, Natal é tempo de mercado aquecido e, conseqüentemente, de melhores preços. "A gérbera preferida no Natal é a vermelha", diz ele, que produz 5 milhões de hastes por ano, de 50 cores diferentes - a gérbera vermelha representa 30% da produção.

Segundo o produtor, a haste de gérbera custa, em média, durante o ano, R$ 0,35. No Natal, o preço da gérbera vermelha sobe para R$ 1 e de outras cores, para R$ 0,60. "A produção não aumenta nesta época, mas o preço da gérbera vermelha compensa, principalmente porque novembro é um mês muito fraco, sem casamentos e festas com decoração", explica o produtor. "Em dezembro, além do Natal, há muitas festas de formatura", diz Hendrikx, que possui 32 mil metros quadrados de estufas. (OESP)

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