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Na cúpula do G-8, Lula deve falar com a força dos Brics

O governo brasileiro vai se apresentar na cúpula do grupo dos países ricos mais a Rússia (G-8), na terça e quarta-feira, em Hokkaido, Japão, como ator central na solução dos atuais dilemas da economia mundial e também como aliado de uma nova corrente diplomática do mundo emergente: a união desenhada pelo grupo dos Brics, letras iniciais de Brasil, Rússia, Índia e China. A aposta num mecanismo político por meio do qual os Brics possam expressar suas posições sobre temas em debate nos foros mundiais assemelha-se à criação do G-20, grupo de países emergentes criado para ter mais força nas negociações agrícolas da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Agência Estado |

O primeiro encontro de chanceleres dos Brics ocorreu na Rússia, em maio.

Os sinais da posição mais cômoda do Brasil na reunião do G-8 surgiram em junho, no encontro de ministros de Economia dos sete países mais ricos e a Rússia, para a qual foram convidados Brasil, China, Coréia do Sul, África do Sul e Tailândia. Segundo o embaixador Marcos Galvão, secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, houve clara percepção de que o Brasil "faz parte da solução dos problemas da oferta (mundial) de alimentos", dada a sua competitividade e seu potencial de expansão da produção.

Galvão afirmou que também houve consenso de que as receitas adotadas no País para combater a inflação são "mais fundamentadas" que as de outros países emergentes, que optaram por soluções heterodoxas, como Argentina e México. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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