severa recessão , segundo agência de notação Fitch - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Mundo entra em severa recessão , segundo agência de notação Fitch

A economia mundial está entrando em uma severa recessão, afirmou nesta terça-feira a agência de classificação Fitch, que prevê uma forte contração das economias avançadas, uma desaceleração brutal das economias emergentes e um crescimento mundial de apenas 1% em 2009.

AFP |

A recuperação só deve acontecer em 2010, e mesmo assim "em um ritmo muito menos intenso que o dos cinco últimos anos, quando o acesso ao crédito era bem mais fácil", antecipou a Fitch em nota divulgada nesta terça-feira.

"A produção está caindo nos Estados Unidos, no Japão, na Alemanha, na França e na Grã-Bretanha, e as perspectivas são de intensificação da contração da atividade nos 12 próximos meses", acrescentou.

Para as economias avançadas, a Fitch previu o maior declínio do Produto Interno Bruto (PIB) desde a Segunda Guerra Mundial, com um crescimento de -0,8% em 2009.

A agência também antecipou um crescimento de "somente 1% para todo o planeta no próximo ano", o que seria "o pior resultado desde o início dos anos 90".

Segundo a Fitch, as economias emergentes deverão lidar com "uma desaceleração brutal do crescimento", mas serão poupadas da recessão. A agência previu um crescimento de 7% na China em 2009, "o mais fraco em quase 20 anos".

Estas perspectivas sombrias se devem "à rápida intensificação da crise do crédito mundial nos dois últimos meses, ao declínio dos projetos de investimento e à repentina desaceleração do crescimento do comércio mundial", fatores que "ocultaram os benefícios decorrentes da redução do preço das matérias-primas".

A Fitch considerou, porém, que as medidas "agressivas" tomadas pelos bancos centrais para injetar liquidez nos mercados e o apoio dos governos aos sistemas bancários europeu e americano permitirão evitar "o pior cenário, o de uma deflação generalizada".

Além disso, a diminuição das pressões inflacionárias também deve permitir "ao Banco Central Europeu e ao Banco da Inglaterra baixarem rapidamente suas taxas de juros, para facilitar o processo de quitação da dívida e contribuir para a liquidez dos bancos".

Para saber mais

 

Serviço 

 

Opinião



Leia tudo sobre: crise financeirarecessão

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG