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Mudança pode elevar burocracia, diz analista

A celeuma em torno da proposta de novo regime de concessão de portos começou com uma resolução da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) que dizia que a parte de carga própria de um terminal misto teria de justificar o investimento. Indiretamente, a agência determinou um limite de carga própria e de terceiros.

Agência Estado |

Ao reivindicar mudanças, empresários, donos de novos projetos, bateram de frente com investidores de peso que têm terminais dentro de portos organizados, como Santos Brasil e Libra.

O novo decreto está em processo de análise pela Casa Civil, que já se demonstrou favorável ao aumento dos investimentos no setor.

O professor do Centro de Logística da Coppead/UFRJ, Paulo Fleury, acredita que as regras terão pontos positivos para o setor. Mas reconhece que elas poderão elevar a burocracia e atrasar projetos, já que alguns empreendimentos serão incluídos num plano de outorga para depois serem licitados.

CSN e Gerdau já protocolaram pedido na Antaq e aguardam autorização. As duas empresas acreditam que seus projetos possam ficar imunes às mudanças, já que serão construídos em terrenos próprios. No caso da CSN, o Porto Lago da Pedra, no Rio, vai movimentar produtos siderúrgicos e contêineres, diz o diretor de portos da CSN, Davi Emery Cade.

A Gerdau só deve atender carga de terceiros se houver disponibilidade do terminal. A prioridade é atender às próximas expansões da empresa.

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