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MPX consegue licença prévia para instalação de térmica

RIO DE JANEIRO - A MPX obteve nesta quarta-feira a licença prévia para a Usina Termelétrica Porto do Açu, que será instalada no porto de mesmo nome, em São João da Barra, e terá capacidade de gerar 2.100 MW a partir de 2012. Como contrapartida, a empresa - que pertence à holding EBX, de Eike Batista - transformará parte da retroárea do porto em parque ecológico.

Valor Online |

A secretária estadual de Meio Ambiente, Marilene Ramos, frisou que a doação de parte da retroárea para reserva ambiental e a mudança no local inicialmente planejado para abarcar a termelétrica foram fundamentais para que a licença saísse a tempo de a MPX incluir a usina no próximo leilão de energia nova, que deve ocorrer em agosto.

A cerimônia realizada nesta quarta serviu também para que Batista, que no início do mês viu seu nome envolvido em uma investigação da Polícia Federal sobre possível fraude na licitação de uma ferrovia no Amapá, recebesse o apoio de empresários e integrantes do governo estadual.

Raphael de Almeida Magalhães, ex-ministro e atualmente com assento no Conselho da EBX, levou Batista às lágrimas ao citar o que considerou forjadas e descabidas acusações e afirmar que discursava por um ato de merecida reparação.

O próprio Batista fez questão de frisar, durante discurso, a defesa dos minoritários. "Tiro do meu bolso para jamais prejudicar os minoritários. Por essa postura única somos respeitados como referência mundial", disse, em referência à disposição do empresário em indenizar a Anglo American caso as operações da MMX Minas-Rio e da MMX Amapá, vendidas à empresa, sofram prejuízos por conta da operação da PF.

O governador Sérgio Cabral seguiu as palavras do próprio empresário, que em teleconferência no início dessa semana com analistas e investidores fez questão de defender o ponto-de-vista de que investigações iniciadas a pedido do Ministério Público provam que as instituições funcionam no Brasil. Segundo Cabral, embora ocorram excessos, a atuação de MP e PF são importantes. "Vamos ter cuidado com as críticas porque as instituições são fundamentais", ressaltou.

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