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MPT encontra condições análogas à escravidão em pomares de SP

Ribeirão Preto, 18 - Diligência de procuradores o Ministério Público do Trabalho (MPT) e de auditores do Ministério do Trabalho encontrou hoje dez trabalhadores rurais na colheita de laranja em Engenheiro Coelho (SP) em condições consideradas análogas à escravidão. De acordo com informações dos procuradores, os empregados foram aliciados em Uraí (PR), com promessas de receberem R$ 0,35 por saca de laranja apanhada, mas os empregadores estariam cobrando alimentação e outros gastos que fariam com que os trabalhadores passassem a ser devedores.

Agência Estado |

Os funcionários, que foram encaminhados para depoimento na Polícia Federal, em Campinas (SP), relataram que só seriam liberados caso pagassem R$ 2,1 mil ao condomínio rural Jurandir Sia e Outros, responsável pela contratação. A advogada do condomínio, identificada apenas como Paola, informou que a empresa não iria se manifestar sobre o assunto.

Ainda de acordo com os procuradores do MPT, os trabalhadores rurais dormiam em um alojamento com dois cômodos em condições consideradas degradantes. Após a ação, a empresa terá de pagar as verbas rescisórias dos funcionários, uma indenização moral e ainda enviá-los de volta ao município paranaense. O acordo deve ser assinado amanhã na cidade do interior paulista.

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