Em meio a negociações com o governo e com os deputados da base e da oposição, o relator da Medida Provisória 443 na Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), adiantou ontem que deverá definir o prazo de dois anos, prorrogável pelo mesmo período, para que o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal comprem instituições financeiras, como autoriza a MP. João Paulo disse que a idéia é permitir que o governo atual, que termina em 2010, possa utilizar esse instrumento e deixar para o próximo a possibilidade de decidir se renova ou não as regras.

A fixação de um prazo é uma das exigências da oposição para facilitar a aprovação da MP na Câmara. Mas não há unidade quanto a esse prazo. O DEM, por exemplo, já defendeu seis meses, um ano e dois anos. O PSDB defende até o fim de 2009.

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