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Mortalidade no primeiro ano das MPEs cai para 27%, revela Sebrae-SP

SÃO PAULO - Embora ainda seja considerado elevado, o patamar de mortalidade das micro e pequenas empresas paulistas vem se reduzindo consistentemente na última década. É o que mostra o estudo Dez Anos de Monitoramento da Sobrevivência e Mortalidade de Empresas, apresentado hoje pelo Sebrae-SP.

Valor Online |

Segundo a entidade, a taxa das MPEs do Estado de São Paulo que fecha as portas ainda no primeiro ano de atividade caiu de 35% para 27% de 1998 para cá. Mensalmente, cerca de 12 mil empresas são abertas na Junta Comercial de São Paulo (Jucesp).

A tendência de queda na mortalidade se perpetua em outros períodos. Entre 1998 e 2008, o índice de empresas que fecharam as portas no segundo ano de vida recuou de 46% para 38%; no terceiro ano, a queda foi de 56% para 46%; no quarto ano, de 63% para 50%; e no quinto ano, de 71% para 62%. O Sebrae ressalta que o percentual de mortalidade da MPE brasileira em cinco anos ainda é muito superior ao observado em outros países, como Alemanha (37%), Itália (46%), EUA (50%), e Reino Unido (53%), conforme dados da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Entre os anos de 2000 e 2005, a pesquisa mostra também que houve uma evolução no nível de escolaridade do empresário da MPE. Na primeira apuração, 70% dos entrevistados tinham o segundo grau completo ou escolaridade superior. Cinco anos depois, esse percentual subiu para 78%.

Nesse período, também pode ser constatada uma mudança no fator que motiva os empresários no momento da abertura da empresa. Em 2000, 60% dos empresários disseram ter aberto sua empresa por terem enxergado uma oportunidade de negócio, contra 40% dos que montaram sua MPE motivados por uma necessidade. Em 2005, o grupo dos motivados por oportunidades cresceu para 69%.

Outra evolução está num dos fatores que, segundo o Sebrae, são mais importantes para determinar o sucesso da empresa: o tempo de preparação e estudo antes da abertura da MPE. A pesquisa mostra que, em 2000, a média de preparação entre os micro e pequenos empresários paulistas era de 7 meses. Cinco anos depois, esse período médio subiu para 12 meses.

(Adilson Fuzo | Valor Online)

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