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Morre Carlo Caracciolo, fundador do jornal italiano La Repubblica

Roma, 16 dez (EFE).- O presidente do grupo Espresso e um dos fundadores do jornal La Repubblica, Carlo Caracciolo, morreu ontem aos 83 anos em sua casa de Roma.

EFE |

Caracciolo, que nasceu em Florença no dia 23 de outubro de 1925 no seio de uma família nobre de Príncipes de Castagneto e Duques de Melito, foi um dos homens mais importantes do mundo editorial italiano.

Filho de Filippo Caracciolo e Margaret Clarke, graduou-se em Direito na Sapienza Università em Roma e seguiu seus estudos nos Estados Unidos na Faculdade de Direito de Harvard.

Ele iniciou sua atividade editorial em 1951 quando fundou a Etas Kompass - dedicada à publicação de revistas técnicas -, da qual foi diretor-geral até 1975.

Em 1976, de uma empresa conjunta entre a editora L'Espresso (que se transformou em acionista majoritário) e Arnoldo Mondadori Editore, nasceu a Companhia editorial La Repubblica, da qual Caracciolo foi presidente e administrador delegado.

No dia 14 de janeiro 1976 começou a publicação do jornal, dirigido por Eugenio Scalfari.

O último desafio editorial aconteceu em janeiro de 2007 com a compra de 33,3% do jornal francês "Liberatión", junto com o acionista majoritário Edouard de Rothschild.

Sua morte causou grande comoção na Itália, que o lembra como um homem de profunda cultura e nível intelectual e que fez história no mundo editorial da Itália, disse o ex-presidente da Câmara dos Deputados Carlo Casini.

"Um homem ligado à causa da democracia e do antifascismo", segundo palavras do presidente da República Giorgio Napolitano.

"Com Caracciolo vai embora um extraordinário editor, um homem de grande cultura, um cavalheiro", declarou o secretário do Partido Democrático, Walter Veltroni. EFE cps/fal

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