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Lula discute com Mabel e Múcio Reforma Tributária como defesa contra crise

Com a crise financeira dos Estados Unidos se aproximando do Brasil, as discussões sobre o projeto de Reforma Tributária devem tomar força no Congresso quando os parlamentares voltarem do recesso branco na próxima semana. O relator da proposta, deputado Sandro Mabel (PR-GO), se reuniu na última quarta-feira com o presidente Lula e o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, no Palácio do Planalto, e recebeu apoio de ambos para tentar aprovar o projeto na Câmara dos Deputados ainda este ano.

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

No terceiro trimestre de 2007, apenas 17% das companhias emissoras de títulos enfrentavam uma situação mais complicada de captação de recursos (funding).

"Acreditamos que os mercados internacionais ilíquidos, as margens mais fracas e as necessidades mais elevadas de investimentos em capital estão, em conjunto, contribuindo para esse perfil mais fraco de liquidez", pondera o diretor sênior de crédito da Moody´s em Nova York, Alexander Carpenter, e outros três analistas de sua equipe.

O Brasil é o país que abriga o maior número de empresas emissoras de títulos que receberam ratings de agências de classificação de risco da América Latina. São 64 companhias nessa situação, o que corresponde à metade do total de companhias emissoras na região. Segundo a Moody´s, com base em dados de 30 de junho, as companhias brasileiras tinham US$ 30 bilhões em dívidas com vencimento de curto prazo e US$ 52 bilhões de posição de caixa e ativos negociáveis.

Entre julho e setembro, a Moody´s promoveu 19 ações positivas de ratings e apenas nove ações negativas. A relação de 2,1 de ações positivas para cada ação negativa é maior do que a relação de 1,6 para 1 observada no segundo trimestre deste ano, mas está muito abaixo do nível de 4,6/1 de 2007. "Os ratings positivos refletem, no geral, a habilidade da maioria dos emissores de continuar tendo acesso a captações junto a bancos domésticos e no mercado de capitais, além do impacto relativamente limitado, até o momento, do esfriamento econômico global sobre a expansão econômica regional", destacam os analistas da agência de classificação de risco.

(Patricia Lara)

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