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Ministros do G20 abrem últimos debates sobre crise e reforma financeira

São Paulo, 9 nov (EFE).- Ministros de Finanças e presidentes dos bancos centrais dos países do G20 iniciaram hoje seu segundo e último dia de debates sobre a crise internacional e uma possível reforma do sistema financeiro mundial, que serão levadas à cúpula do grupo em Washington, na próxima semana.

EFE |

O encontro de São Paulo, que começou no sábado, também conta com a participação do diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, e do presidente do Banco Mundial (BM), Robert Zoellick.

As reuniões, que acontecem a portas fechadas em um hotel de São Paulo, se concentram hoje na adequação do sistema financeiro ao cenário econômico resultante da crise que pode deixar o mundo em recessão.

Os países emergentes propuseram uma reforma de instituições como o FMI e o BM, algo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu como "uma nova arquitetura financeira".

Os emergentes, liderados pelo Brasil, Rússia, Índia e China, que formam o Bric, propõem também uma maior participação das nações em desenvolvimento na nova ordem econômica mundial, mas segundo informações, os países ricos não são muito partidários de uma redistribuição das cotas de poder dentro desses organismos.

O G20 é formado pelos países do G7 (EUA, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, Itália e França), além de Brasil, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, China, Coréia do Sul, Índia, Indonésia, México, Rússia, África do Sul e Turquia, mais a União Européia (UE), como bloco. EFE wgm/an

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