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Ministro diz que ampliação do crédito foi decisiva para expansão da economia

BRASÍLIA - O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o crescimento do crédito foi um fator decisivo para ampliar o ritmo de expansão da economia. Ele lembrou que, de 2003 até este ano, o crédito passou de 22% do PIB para 36% do PIB.

Agência Estado |

Na avaliação de Paulo Bernardo, a economia deve crescer mais de 5% este ano, depois de uma expansão de 5,4% em 2007.

Segundo o ministro, é preciso "zelar" pelo crédito, um dos fatores fundamentais para irrigar a economia neste momento de recessão em outras economias, como nos Estados Unidos, Japão e Europa. Ele afirmou que, de alguma forma, o Brasil será atingido e que, por isso, é preciso construir uma âncora para que a economia sofra o menos possível, "para que a gente possa retomar na seqüência".

Paulo Bernardo disse que o Brasil tem grandes bancos públicos federais, que são vitais para o processo de desenvolvimento econômico do País. Ele destacou, no entanto, que o governo continuará esperando que os bancos continuem sendo administrados pelas regras da boa governança.

Paulo Bernardo e o ministro da Previdência, José Pimentel, assinaram um convênio para permitir que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal possam conceder crédito imobiliário para servidores públicos federais.

Segundo a presidente da CEF, Maria Fernanda Coelho, neste primeiro momento, cerca de 1,3 milhão de servidores devem ser beneficiados com prazos e taxas de juros especiais. Segundo ela, são as melhores condições do mercado. "Neste momento de crise, em que se discute a eficiência do Estado, essa discussão não passa só pelas medidas econômicas adotadas, mas também pela valorização do servidor público", argumentou.

Segundo ela, a CEF iniciou o ano com a previsão de investir R$ 17 bilhões em crédito imobiliário, mas deve fechar o ano com uma liberação de R$ 22 bilhões.

O presidente do Banco do Brasil, José Antonio Lima Neto, afirmou que o governo e os bancos federais têm tomado medidas para amortecer os efeitos da crise financeira mundial no Brasil. Segundo ele, o convênio assinado hoje demonstra força de vontade dos bancos para manter o bom momento da economia brasileira. Os efeitos desse financiamento serão bastante espraiados, afirmou.

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