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Ministro da Fazenda da Bolívia confirma corte de gás

O ministro da Fazenda da Bolívia, Luís Alberto Arce, confirmou hoje que a explosão à bomba de um duto de gás que abastece o gasoduto Bolívia-Brasil deverá reduzir em cerca de 3 milhões de metros cúbicos diários o bombeamento de gás natural para o território brasileiro, o que equivale a cerca de 10% do gás comprado pela Petrobras. Segundo ele, essa redução na venda de gás para o Brasil implica prejuízo diário de US$ 8 milhões para os cofres do governo boliviano.

Agência Estado |

"A nossa estatal YPFB já ordenou a reparação do duto e devemos resolver isso o quanto antes", declarou Arce. Segundo ele, é difícil fazer uma estimativa precisa do tempo que levará para consertar o estrago no gasoduto. "Mas podemos dizer que deve demorar de 10 a 15 dias."

Protestos

O ministro boliviano classificou os atos como uma tentativa de golpe e chamou de terroristas os responsáveis pela agressão às instalações.

De acordo com Arce, o governo de Evo Morales determinou que as Forças Armadas passem a vigiar e fazer a guarda dos campos de petróleo e gás. "E a polícia já está investigando os responsáveis pelos atos de vandalismo e terrorismo". Arce, no entanto, evitou falar em guerra civil. Segundo ele, os autores do protesto são pequenos grupos que não estão localizados em todas as regiões do país.

O embaixador da Bolívia no Brasil, Maurício Dorfler Ocampo, que participou da entrevista coletiva ao lado de Arce, em um hotel em Brasília, ressaltou que a Bolívia nunca descumpriu contrato de fornecimento de gás para o Brasil e que "atos terroristas não podem estar nas previsões de nenhum governo".

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