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Ministro da Economia alemão se diz otimista com mercado

Berlim, 16 out (EFE).- O ministro da Economia alemão, Michael Glos, transmitiu hoje uma mensagem de otimismo aos mercados, e apesar da nova queda das bolsas, mostrou-se convencido de que os pacotes de resgate internacionais surtirão efeito.

EFE |

"As bolsas simplesmente estão antecipando a recessão esperada para os Estados Unidos", disse Glos, dizendo que a crise financeira não contagiará a economia real.

O ministro fez estas declarações ao apresentar as previsões econômicas oficiais para 2008 e 2009, em que o Governo precisou revisar seu cálculo de crescimento de 1,2% para 0,2% para o próximo ano.

Para este ano, a Alemanha manteve sua previsão de 1,7%.

Glos destacou que os todos os dirigentes de instituições financeiras afirmaram a ele que, por enquanto, não há uma paralisação do crédito, por isso as pequenas e médias empresas poderão continuar funcionando normalmente.

O ministro também ressaltou que até agora não há indícios de que a crise atingirá a economia real.

Glos também disse que há fatores positivos, como o fato de que a inflação cairá previsivelmente para 2,8% em 2008 e para 2,1% em 2009, basicamente em conseqüência da forte queda do preço do petróleo.

Ele precisou reconhecer que as exportações, que este ano crescem a um ritmo menor do que em 2007, deverão aumentar apenas 1,2% em 2009. Para 2008, os cálculos são de expansão de 4,6%.

Semelhante será a evolução das importações. De um crescimento de 4,1% neste ano, elas passarão a crescer apenas 1,2% em 2009.

O mercado de trabalho se manterá estável tanto neste quanto no próximo ano.

Diante da fragilidade da economia, o ministro propôs aliviar a pressão fiscal dos cidadãos e melhorar a situação dos setores industriais, como o automobilístico, suscetíveis a sofrer o impacto da crise.

Glos uniu-se às fortes críticas lançadas repetidamente pelo ministro das Finanças alemão, Peer Steinbrück, contra os banqueiros que causaram a crise e apoiou sua proposta de limitar seus salários em 500 bilhões de euros anuais. EFE ih/wr/jp

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