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Ministro britânico promete mais medidas para garantir estabilidade financeira

Londres, 5 out (EFE).- O ministro das Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, prometeu hoje fazer o que for necessário para manter a estabilidade do sistema financeiro e disse que são estudadas novas medidas, embora não tenha dado detalhes das mesmas.

EFE |

Em declaração à Câmara dos Comuns, Darling destacou a necessidade de que os países da União Européia (UE) trabalhem "mais estreitamente" para estabelecerem um enfoque conjunto, o que tentará promover na reunião de responsáveis de finanças da terça-feira em Luxemburgo.

A decisão de vários países europeus, entre eles Alemanha e Irlanda, de aumentarem as garantias estatais aos depósitos de economias e outros tipos de conta colocou pressão sobre outros Governos para que tomem medidas similares ou arrisquem uma possível fuga de capitais.

Darling não quis se pronunciar hoje sobre este assunto no Reino Unido ao afirmar que seria "irresponsável" especular sobre possíveis iniciativas futuras, e falou da importância de uma estratégia européia comum.

"Quando os países tomam medidas unilaterais, isto tem um efeito dominó", declarou.

Ele afirmou que a Autoridade de Serviços Financeiros (FSA), entidade reguladora patrocinada pelo Executivo, anunciou um aumento das garantias bancárias neste país de até 50.000 libras (63.800 euros), ou 100.000 libras (127.600 euros) para contas conjuntas, medida que entra em vigor amanhã.

Estas garantias, afirmou, cobrem "98%" das contas britânicas e a FSA "estuda" atualmente se é necessário ampliá-las.

Darling disse que o Governo trabalhista continua comprometido a apoiar tanto o sistema bancário em conjunto como a intervir em casos particulares, como fez com as nacionalizações do Northern Rock e Bradford & Bingley (neste caso, os depósitos se transferiram para o Santander), e com a operação de compra entre o HBOS e o Lloyds TSB.

Sobre o Northern Rock, afirmou que o banco já devolveu a metade do empréstimo que fez o Estado e "segue pagando antes do prazo".

Darling também afirmou que amanhã o Banco (central) da Inglaterra realizará uma injeção de 40 bilhões de libras (cerca 51 bilhões de euros) para ajudar os bancos com problemas de liquidez. EFE jm/fal Londres, 5 out (EFE).- O ministro das Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, prometeu hoje "fazer o que for necessário para manter a estabilidade" do sistema financeiro e disse que são estudadas novas medidas, embora não tenha dado detalhes das mesmas.

Em declaração à Câmara dos Comuns, Darling destacou a necessidade de que os países da União Européia (UE) trabalhem "mais estreitamente" para estabelecerem um enfoque conjunto, o que tentará promover na reunião de responsáveis de finanças da terça-feira em Luxemburgo.

A decisão de vários países europeus, entre eles Alemanha e Irlanda, de aumentarem as garantias estatais aos depósitos de economias e outros tipos de conta colocou pressão sobre outros Governos para que tomem medidas similares ou arrisquem uma possível fuga de capitais.

Darling não quis se pronunciar hoje sobre este assunto no Reino Unido ao afirmar que seria "irresponsável" especular sobre possíveis iniciativas futuras, e falou da importância de uma estratégia européia comum.

"Quando os países tomam medidas unilaterais, isto tem um efeito dominó", declarou.

Ele afirmou que a Autoridade de Serviços Financeiros (FSA), entidade reguladora patrocinada pelo Executivo, anunciou um aumento das garantias bancárias neste país de até 50.000 libras (63.800 euros), ou 100.000 libras (127.600 euros) para contas conjuntas, medida que entra em vigor amanhã.

Estas garantias, afirmou, cobrem "98%" das contas britânicas e a FSA "estuda" atualmente se é necessário ampliá-las.

Darling disse que o Governo trabalhista continua comprometido a apoiar tanto o sistema bancário em conjunto como a intervir em casos particulares, como fez com as nacionalizações do Northern Rock e Bradford & Bingley (neste caso, os depósitos se transferiram para o Santander), e com a operação de compra entre o HBOS e o Lloyds TSB.

Sobre o Northern Rock, afirmou que o banco já devolveu a metade do empréstimo que fez o Estado e "segue pagando antes do prazo".

Darling também afirmou que amanhã o Banco (central) da Inglaterra realizará uma injeção de 40 bilhões de libras (cerca 51 bilhões de euros) para ajudar os bancos com problemas de liquidez. EFE jm/fal

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