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Ministro boliviano viaja ao Brasil para tratar da venda de gás natural

Uma missão liderada pelo ministro boliviano dos Hidrocarbonetos, Saul Avalos, analisará nesta sexta-feira com as autoridades brasileiras o impacto da redução das exportações de gás natural para o Brasil.

AFP |

"Nesta sexta-feira estaremos reunidos com o ministro de Minas e Energia do Brasil (Edison Lobão) e com o presidente da Petrobras (José Sérgio Gabrieli) para conversar sobre a redução substancial que houve no fornecimento de gás" boliviano ao Brasil, disse Avalos à imprensa na cidade de Santa Cruz.

O Brasil reduziu sua demanda de gás natural boliviano de 31 milhões de m3 para 20 milhões de m3 diários a partir de 29 de dezembro passado, lembrou Avalos. "Isto significa que teremos uma redução na arrecadação (com as exportações de gás)".

Segundo Avalos, a redução da demanda do gás boliviano é provocada pela maior geração de energia das hidrelétricas brasileiras durante a temporada de chuvas, mas há um contrato "take or pay", firmado em 2000, que estabelece que Brasília deve pagar pelo gás não consumido.

A Bolívia produz cerca de 41 milhões de metros cúbicos diários de gás natural, dos quais 31 milhões são vendidos ao Brasil.

Segundo fontes governamentais, é provável que a reunião analise também um reajuste de preço do gás.

rb/LR

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