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Mineradora Rio Tinto estuda novos cortes

A mineradora anglo-australiana Rio Tinto estuda outra rodada de cortes de produção e venda de ativos, enquanto a economia mundial não demonstra sinais sólidos de recuperação, segundo informações do Wall Street Journal. Ainda temos um duro caminho pela frente, afirmou o executivo-chefe da mineradora anglo-australiana, Tom Albanese.

Agência Estado |

As operações de produção de alumínio deverão ser as mais afetadas. A nova rodada de cortes poderá ser anunciada antes de a companhia divulgar seu balanço trimestral, em 12 de fevereiro.

Os dados sobre produção e vendas de uma variedade de commodities da Rio Tinto, a terceira maior mineradora do mundo, são bastante observados. Com frequência, as vendas de minérios dão um primeiro sinal sobre a saúde e a demanda da atividade industrial na China, EUA, Europa e outras regiões. Ontem, a mineradora informou que sua produção de minério de ferro diminuiu no quarto trimestre de 2008.

Albanese não quis fazer uma projeção sobre quando uma recuperação das vendas de commodities deve ocorrer. "Até que vejamos um início de recuperação econômica, não queremos ser tão específicos", afirmou. Na opinião de Albanese, o pacote de estímulo econômico multibilionário na China deverá ser a maior esperança de uma recuperação rápida para o setor, porque poderá impulsionar as vendas de commodities como o minério de ferro.

Albanese afirmou que, embora já existam algumas evidências de que o recente pacote de estímulo da China está tendo impacto positivo, ainda é preciso haver uma sustentável mudança na demanda em geral para metais e minérios. "Na nossa opinião, ainda é muito cedo (para avaliar)", disse.

As outras grandes mineradoras do mundo - a brasileira Vale e a anglo-australiana BHP Billiton - também devem sofrer com a baixa de preços dos insumos por causa da crise econômica internacional. Durante os próximos meses, as mineradoras vão negociar os contratos de minério de ferro com as siderúrgicas, que nos últimos anos pagaram preços muito altos.

Agora, as siderúrgicas sentem que podem pressionar as mineradoras por uma redução de até 40% no atual preço do minério de ferro. Analistas dizem que as siderúrgicas provavelmente conseguirão uma redução.

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