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Minc e Stephanes dão aval para cana de usina instalada na Amazônia

Os ministros Reinhold Stephanes, da Agricultura, e Carlos Minc, do Meio Ambiente, chegaram a um entendimento sobre o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia e no Pantanal. Na Amazônia, segundo os ministros, não haverá novos plantios, mas a área ocupada com usinas já instaladas poderá ser mantida.

Agência Estado |

Há três usinas na região: no Acre, no Amazonas e no Pará. Stephanes defendia o plantio da cana nas áreas de savana de Roraima, mas não haverá autorização para o cultivo generalizado nessa região.

No caso do Pantanal, não será permitido o plantio nas áreas de planície. No planalto, áreas consolidadas há mais de dez anos poderão ser mantidas, especialmente aquelas que ocupam pastagens degradadas, desde que se utilize o plantio direto, com o revolvimento da terra a cada cinco anos. "Não haverá a aprovação de nenhum projeto novo na região", disse Stephanes. "Este é um acordo que não quebra a produção e reduz o assoreamento dos rios da planície pantaneira", completou Minc. A decisão final, entretanto, caberá ao Palácio do Planalto.

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