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Minc critica iniciativa de ONGs para paralisar Jirau

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, criticou a atuação de organizações não governamentais (ONGs) que entraram com ação contra licença concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o início das obras da hidrelétrica de Jirau. O órgão foi notificado na última sexta-feira sobre liminar concedida a pedido do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS) para a paralisação das obras.

Caroll Andrade e Sarah Barros- Santafé Idéias |

"O setor ambiental, as ONGs, também querem uma matriz mais limpa. Elas não podem obstacularizar o desenvolvimento da hidroeletricidade, porque senão vai acabar reforçando a linha da energia mais suja, que emite mais [poluentes]", destacou. A decisão do juiz Élcio Arruda, da 3ª Vara Federal de Porto Velho (RO), prevê a retomada das obras apenas após liberação da licença para todo o empreendimento. A atual licença é válida para a instalação do canteiro de obras e de uma barragem.

Minc também alertou para os impactos de uma "guerra comercial" entre os consórcios que concorreram ao leilão, encabeçados pelas empresas Odebrecht e Suez. "Eu acho que nesta questão de Jirau o que está acontecendo por trás disso, infelizmente, é uma guerra comercial entre dois grandes grupos. Só espero que esta guerra comercial não prejudique nossas metas de ampliar a energia renovável", afirmou o ministro em evento voltado para a apresentação do plano nacional de mudanças climáticas, no Palácio do Planalto. A previsão era de que, se as obras fossem iniciadas já, a construção do empreendimento pudesse ser concluída em 2012, um ano antes do previsto.

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