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Minc admite alterações em decreto contra crime ambiental

Diante do descontentamento do setor agrícola, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, recuou e vai refazer o decreto que regulamenta crimes ambientais, publicado há menos de dois meses. Não é vergonha nenhuma rever o texto, afirmou o ministro.

Agência Estado |

Já fiz isso antes, quando era secretário. O importante é que a mudança seja para melhor", completou, depois de participar de uma reunião de quase duas horas com deputados da bancada ruralista e empresários.

No encontro, Minc ouviu uma lista com doze pontos do decreto considerados críticos por produtores. Um deles se refere às plantações em áreas com mais de 25 graus de declive, que devem ser preservadas e reflorestadas. Caso tal regra seja levada à risca, a produção de maçã em Santa Catarina, de café em Minas e arroz do Rio Grande do Sul, por exemplo, teria de ser interrompida.

Na próxima semana, um documento com sugestões das alterações será apresentado. Minc prometeu avaliar e fazer as mudanças necessárias. Um dos pedidos já foi aceito. Ontem mesmo Minc comprometeu-se em alterar o prazo para que empresários façam a averbação da reserva legal de suas propriedades. Pelo regulamento recém-publicado, o prazo dado para proprietários é de 120 dias.

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