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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou nesta segunda-feira que a definição de um acordo da Rodada Doha representará um avanço nas relações comerciais internacionais.

"O acordo possível é melhor do que nenhum acordo. Há avanços com a abertura agrícola, o que sinaliza que esta questão pode avançar no futuro. Uma abertura para o etanol e outros produtos, mesmo que não seja nos níveis que nós queremos, é um avanço"

Miguel Jorge disse duvidar que o chanceler Celso Amorim tenha aceito propostas dos representantes de nações ricas sem consultar os ministros de outros países emergentes, como Índia e Argentina.

"Duvido que o ministro Celso Amorim tenha feito qualquer movimento sem ter falado com os parceiros, que ele tenha traído os seus amigos. O Brasil não tem essa tradição diplomática. O fato de ter tomado uma decisão, que não seja a mesma da Índia e da Argentina, não significa uma traição. Certamente, isso foi conversado, se é que a decisão foi tomada em termos diferentes em relação à posição da Argentina e da Índia", afirmou o ministro Miguel Jorge.

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