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Michelin aumentará sua capacidade de produção de pneus no Brasil

Paris, 1 out (EFE).- O gerente do grupo francês Michelin, Michel Rollier, anunciou hoje um aumento de sua capacidade de produção de pneus para carros e caminhonetes no Brasil para responder à demanda no país e no conjunto do Mercosul.

EFE |

Rollier, que dava uma conferência para investidores um pouco antes do início do Salão do Automóvel de Paris, não ofereceu detalhes nem sobre o valor dos investimentos, nem sobre a localização das novas capacidades, ou sobre o aumento de produção esperado.

Um porta-voz de Michelin afirmou à Agência Efe que a companhia francesa tem na América do Sul duas fábricas de pneus de carros e caminhonetes - em Resende e Cali (Colômbia) -, três de caminhões - em Campo Grande, Resende e Bogotá (Colômbia) - e uma de rodas para máquinas especiais - sobretudo de obras públicas e minas - também em Campo Grande.

Considerando todas as instalações a empresa dá trabalho a cerca de 6.000 pessoas. A última que entrou em funcionamento foi a fábrica de Campo Grande, com capacidade para fabricar 40.000 toneladas de pneus por ano.

Rollier também afirmou que os investidores estão negociando a compra na Índia de um terreno para construir uma fábrica de pneus para caminhões e máquinas de obras públicas.

O gerente do grupo francês falou do andamento do plano estratégico preparado para 2010 que pretende economizar entre 1,5 bilhão e 1,7 bilhão de euros com relação a 2006 para a melhora da competitividade.

Nos 18 primeiros meses de aplicação do plano se conseguiu economizar 500 milhões de euros, o que a Michelin considera um bom caminho para cumprir seu programa.

A empresa afirmou que seus resultados do primeiro semestre seguiram o que havia sido previsto, e isto "em um contexto de inflação de custos sem precedentes sofrido pelo grupo, tanto em nível de matérias-primas como de energia ou logística".

Além disso, afirmou que acompanhará com determinação o início de seu programa de competitividade para até 2010 "melhorar significativamente sua rentabilidade" com seus próprios esforços.

EFE ac/fal

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