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Com o crescimento da arrecadação em ritmo menor do que o esperado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já dá sinais de que o governo poderá não conseguir fazer a meta cheia de superávit primário das contas do setor publico (de 3,3% do PIB), como já projetam boa parte dos analistas econômicos que acompanham a política fiscal brasileira

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Com o crescimento da arrecadação em ritmo menor do que o esperado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já dá sinais de que o governo poderá não conseguir fazer a meta cheia de superávit primário das contas do setor publico (de 3,3% do PIB), como já projetam boa parte dos analistas econômicos que acompanham a política fiscal brasileira. Ao longo do ano, Mantega vinha enfatizando que o governo cumpriria a meta cheia, mas em entrevista ao Estado, já demonstrou uma pequena mudança de discurso. "Neste ano, procuraremos fazer cheio. Agora, se não for cheio, será meio cheio, meio... Isso não importa", disse. Mantega ponderou, no entanto, que a trajetória da dívida pública do setor público em relação ao PIB é de queda.

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