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Mesmo com Nossa Caixa, BB não retomará liderança

A incorporação da Nossa Caixa fará com que o Banco do Brasil amplie o seu total de ativos em R$ 53,4 bilhões, mas esse volume não será suficiente para que o banco público federal retome a posição de maior instituição financeira do Brasil, já que ficará R$ 62,7 bilhões atrás do conglomerado Itaú Unibanco. Ao fim do terceiro trimestre deste ano, o BB contabilizava R$ 458,938 bilhões em ativos, já considerando a incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc).

Agência Estado |

Já o banco público paulista tinha R$ 53,4 bilhões em ativos. As duas instituições juntas irão somar R$ 512,4 bilhões, o que representa 16% dos ativos do sistema financeiro nacional. Itaú Unibanco, por sua vez, possui R$ 575,1 bilhões, e o Bradesco, terceiro nessa lista, tem R$ 422,7 bilhões.

Em relação às operações de crédito, a carteira de Itaú Unibanco soma R$ 225,3 bilhões, sem incluir avais e fianças. Já a incorporação da Nossa Caixa fará com que o BB totalize R$ 213,7 bilhões em empréstimos a pessoas físicas, jurídicas, agronegócio e comércio exterior. Ao mesmo tempo, o BB irá ampliar a participação no segmento de crédito consignado de 19,25% para 25,2%, com R$ 19 bilhões de operações em setembro.

Nos nove primeiros meses deste ano, BB e Nossa Caixa acumulam um lucro de R$ 6,4 bilhões. Itaú e Unibanco, juntos, apresentaram um resultado de R$ 9,1 bilhões no período. Já o do Bradesco foi de R$ 6 bilhões entre janeiro e setembro.

Agências e clientes

Banco do Brasil e Nossa Caixa lideram no número de agências no País, totalizando 4.888. Segundo o BB, as redes das instituições são complementares, o que deve gerar oportunidades de maior retorno com os clientes da Nossa Caixa. Já o Itaú Unibanco contabilizava 3.455 em setembro e o Bradesco, 3.235.

As duas instituições públicas têm ainda o maior número de correntistas, 35,4 milhões, e empregam aproximadamente 103 mil pessoas. Nessa área, o maior empregador do setor é o conglomerado formado pelas famílias Setubal/Villela e Moreira Salles, que tinham pouco mais de 108 mil funcionários em setembro para atender 14,5 milhões de correntistas. O Bradesco contava com 20 milhões de contas correntes ao fim do terceiro trimestre deste ano e 85.577 pessoas empregadas no conglomerado.

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