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Merkel anuncia medidas econômicas adicionais de vários bilhões de euros

Berlim, 16 dez (EFE).- A chanceler alemã, Angela Merkel, anunciou hoje medidas para a reativação econômica adicional no valor de vários bilhões de euros, que se destinarão fundamentalmente para financiar projetos de infra-estrutura.

EFE |

"O Governo voltará a atuar em janeiro", afirmou hoje Merkel em discurso pronunciado ante o Centro para Pesquisa Econômica Européia, em Mannheim (sudoeste da Alemanha).

Em novembro, o Governo já aprovou um primeiro conjunto de medidas, cujo volume total chega a 32 bilhões de euros, mas no qual estão incluídos 20 bilhões de euros que fazem parte de um programa de medidas aprovado em outubro, dirigido basicamente para melhorar as ajudas às famílias e para reduzir as cotações para o seguro desemprego.

Os 12 bilhões de euros restantes serão destinados, sobretudo, para projetos de infra-estruturas e para ampliar o prazo das ajudas econômicas que recebem as empresas que mantêm seus funcionários em períodos de crise.

Merkel não antecipou hoje o valor do novo programa, mas afirmou que com certeza se conseguirá "reunir vários bilhões de euros", que se destinarão fundamentalmente a obras em estradas.

"É evidente que no setor de infra-estruturas é preciso fazer tudo o que se possa fazer rapidamente", declarou Merkel, que acrescentou que espera que os líderes dos Governos regionais façam uma lista de todos os projetos de estradas que têm aprovados para acelerar a construção ou saneamento destas "no início da primavera".

Acrescentou que o Governo está estudando também a possibilidade de reforçar o fomento de projetos de pesquisa, e que deve forjar com os Estados e os municípios um pacto para modernizar as escolas.

Entre os planos também está acelerar os projetos de isolamento de fachadas.

Merkel voltou a defender sua decisão de não acelerar a aprovação de um novo pacote e também sustentou que os Estados Unidos não terão um programa antes que assuma o novo presidente, Barack Obama.

"Acreditamos que se nos EUA se pode esperar para que assuma o cargo o novo presidente para fazer um grande programa também será correto que na Alemanha se aprove um segundo programa em torno das mesmas datas", disse. EFE ih/fal

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