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Mercosul quer menos barreiras comerciais para enfrentar crise

MONTEVIDÉU - Representantes diplomáticos e analistas econômicos do Mercosul discutiram nesta segunda-feira, em Montevidéu, a crise financeira internacional e defenderam um avanço na eliminação das barreiras comerciais e na manutenção do apoio estatal aos mais necessitados.

EFE |

Na reunião informal participaram deputados do Parlamento do Mercosul, membros do fórum de consulta e concertação política do organismo, embaixadores e economistas de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, países-membros, além da Venezuela, que está em processo de adesão.

No fórum foram retomadas propostas para reduzir a pressão tarifária na zona e foi defendida a manutenção das despesas sociais, a mesma proposta que outros responsáveis do Mercosul lançaram nesta segunda em Brasília, com uma decidida aposta pela ampliação dos investimentos como solução para crise.

O embaixador brasileiro perante o Mercosul, Regis Arslanian, antecipou que em janeiro pode ser eliminada a cobrança duplicada da Tarifa Externa Comum entre os países-membros, ponto que deveria ser concretizado na cúpula de Salvador, em 16 de dezembro. "Na próxima cúpula em Salvador deverá ser concluído todo o trabalho da eliminação da dupla cobrança", disse Arslanian.

Como assinalou o presidente da Comissão de Representantes Permanentes do Mercosul, Carlos Álvarez, é necessário buscar "alternativas" regionais que contribuam para traçar "uma nova arquitetura financeira".

É indispensável, segundo Álvarez, que os países-membros do Mercosul cheguem a um consenso sobre "como deveriam se renovar as instituições da ordem econômica internacional".

Nesse sentido, destacou a necessidade de alcançar "uma visão comum" sobre o "processo aberto em Washington sobre uma nova ordem econômica internacional", em referência à Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países mais ricos e os principais emergentes), no último fim de semana. 

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